A prata vive um momento raro de força e, portanto, reacende o interesse global. O metal rompeu os US$ 105 e, assim, entrou em uma fase que muitos analistas já classificam como decisiva para 2026. O movimento ocorre enquanto a demanda industrial cresce rapidamente e, ao mesmo tempo, os mercados físicos seguem cada vez mais apertados.
Fonte coincodex
Os estrategistas do Citigroup reforçam essa visão otimista e, portanto, projetam novas altas no curto prazo. A instituição vê a prata com potencial para superar o ouro, algo incomum em ciclos tradicionais, mas coerente com o cenário atual.
A prata avança com força porque os estoques globais diminuem trimestre após trimestre. Os níveis permanecem tão baixos que muitos analistas descrevem o ambiente como “restrito”, o que, portanto, aumenta o risco de escassez. Esse conjunto sustenta a pressão de alta e reforça o interesse dos investidores.
O Citi elevou sua meta imediata para US$ 110 por onça, alegando que a soma entre demanda industrial acelerada e incertezas geopolíticas cria um ambiente propício para novas altas. Os analistas afirmam que os mercados físicos “seguem apertados”, enquanto as tensões globais aumentam.
A quebra das máximas anteriores chama novamente atenção para o papel duplo da prata. O metal funciona tanto como ativo industrial quanto como proteção contra riscos macroeconômicos. Essa combinação fortalece sua resiliência, especialmente em ciclos longos.
A prata mantém função central em setores estratégicos, especialmente em energia solar, eletrônicos e veículos elétricos. Esse uso amplo garante uma base sólida de consumo, mesmo quando o mercado financeiro oscila. Assim, a alta recente se apoia mais em fundamentos do que em fases especulativas.
Analistas destacam que a prata já supera o ouro em desempenho. Eles apontam que essa mudança pode sinalizar um ciclo estrutural e não apenas uma oscilação passageira. Essa visão ganha força porque a indústria consome volumes cada vez maiores.
Os especialistas também afirmam que os investidores buscam metais preciosos para proteger portfólios. A incerteza econômica reforça esse movimento e, portanto, favorece ativos ligados à preservação de valor. A prata se beneficia duplamente desse fluxo.
O Citi diz que a tendência se apoia em três eixos, escassez física, demanda industrial resiliente e risco macroeconômico crescente. Cada fator sustenta o outro e cria, portanto, espaço para novas valorizações, impulsionando também o interesse pelas criptomoedas promissoras. O banco acredita que a prata pode continuar subindo mesmo após superar a marca simbólica dos US$ 100, algo que parecia distante no início do ano.
Em síntese, o metal entra em 2026 com força renovada. A prata rompe níveis históricos, atrai investidores e, assim, fortalece sua posição em um mercado que busca segurança e crescimento ao mesmo tempo.
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