A  Cambuhy zerou a participação de 3,4% que ainda mantinha na Eneva em um block trade na semana passada. O bloco, na quinta-feira, saiu a R$ 21/ação, um descontA  Cambuhy zerou a participação de 3,4% que ainda mantinha na Eneva em um block trade na semana passada. O bloco, na quinta-feira, saiu a R$ 21/ação, um descont

Cambuhy zera participação na Eneva

2026/01/19 17:50

A  Cambuhy zerou a participação de 3,4% que ainda mantinha na Eneva em um block trade na semana passada.

O bloco, na quinta-feira, saiu a R$ 21/ação, um desconto de 1,4% de desconto em relação ao fechamento do dia anterior. 

A operação movimentou 65 milhões de ações e somou R$ 1,4 bilhão. O valor representou cerca de 7x o volume médio negociado no papel nos últimos 90 dias. 

A Cambuhy – um veículo da família Moreira Salles – fez a operação pela corretora do BTG.

A Cambuhy tornou-se acionista da Eneva graças a seu investimento em 2013 na OGX Maranhão, que tinha reservas de gás natural. Na época, as empresas de Eike Batista entravam em dificuldades.

Naquele mesmo ano, o BTG entrou na MPX, a empresa de Eike para construir e operar usinas térmicas.  

Em seguida, os dois lados combinaram os ativos, criando a Eneva.

Mas a convivência entre Cambuhy e BTG sempre foi tensa, já que ambos tinham visões diferentes sobre a empresa.  

Em 2022, Cambuhy, Atmos, Dynamo e Velt assinaram um acordo de acionistas que agregou 35,7% do capital da empresa – a maior participação era da Cambuhy, com 19,5%. O acordo expirou em março de 2025. 

Em 2024, a Eneva fez um follow-on de R$ 4,2 bilhões para financiar a compra de usinas térmicas do BTG. A Cambuhy foi diluída, e o BTG aumentou a sua participação na empresa. 

Ao longo do ano passado, a Cambuhy começou a reduzir sua posição. O BTG intermediou R$ 3,4 bilhões em block trades da Cambuhy para a venda de ações da Eneva até a zeragem final. 

O banco de André Esteves hoje é o maior acionista da Eneva, com 25,5% do capital. Além disso, os sócios do BTG, por meio de um veículo chamado Partners Alpha, têm outros 22,6%.

A Dynamo tem 9,5%, e a GQG Partners, de Rajiv Jain, tem pouco mais de 5%. 

A Eneva vale R$ 40 bilhões na Bolsa. A ação fechou sexta-feira a R$ 20,60, um all-time high.

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